24 setembro 2020

Ciclo de Conferências assinala Tratado de Paz de Alcáçovas

No âmbito da passagem dos 541 anos da assinatura do Tratado de Paz de Alcáçovas, teve lugar no passado dia 19 de setembro, no auditório Tomás Ribas, no Paço dos Henriques, em Alcáçovas, a Conferência “Mare Clausum. Uma evocação contemporânea da História de Portugal relacionada com o Paço de Alcáçovas”.

Transmitida em direto nas redes sociais do Município, contou com a participação do mestre escultor e medalhista, José Teixeira, para quem “falar do passado é evocar o presente e ter consciência daquilo que somos como povo, com identidade e memória, perspetivando o futuro”.

Nascido a 3 de novembro de 1960, José Teixeira, é licenciado em Belas-Artes /Escultura, Mestre em Teorias da Arte e Doutorado em Escultura Pública. É professor na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e tem trabalhado como conferencista e ensaísta, tendo participado em inúmeras publicações científicas, nacionais e internacionais, no âmbito da escultura, arte pública e medalhística.

A iniciativa insere-se num ciclo de conferências que, para além de recordar o que foi a assinatura do Tratado de Paz de Alcáçovas, pretende, na opinião de Paulo Lima, antropólogo e responsável pela iniciativa, “mostrar como figuras portuguesas, a partir desse mundo que se abre, foram importantes na história não apenas de Portugal, em particular de uma ordem religiosa, e depois na história do mundo”.

O ciclo de quatro conferências termina no próximo dia 26, sábado, pelas 17h00, com o tema “A Viagem dos Sons, a herança musical da presença portuguesa no mundo”, com José Moças, editor e diretor da Tradisom.

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